Volta por cima: Richard Branson conta que era visto como um burro na escola

Já ouviu falar de Richard Charles Nicholas Branson? Pois deveria. Ele é o bilionário britânico fundador do grupo Virgin, um conjunto de empresas ligadas a consumo que tem representação por todo o mundo. Apesar do preconceito que passou, ele conseguiu dar a volta por cima.

“Eu era visto como a pessoa mais burra da escola”, relata Richard Branson.

O motivo? Branson tem dislexia, e durante toda sua infância não entendia o que era ensinado no colégio. Olhava para a lousa e não decifrava o que estava escrito. Na época a doença era muito pouco conhecida, o que gerou muito bullying dos colegas e falta de compreensão dos professores.

No ensino médio, quando tinha apenas 16 anos, desistiu e abandonou os estudos. Ele estava cansado de ser tratado como um deficiente.

“Meus professores acreditavam que eu era preguiçoso e burro e eu não conseguia acompanhar ou me enturmar”.

Neste momento da vida passou a acreditar que não teria sucesso algum, já que nem os estudos conseguiria completar. Mal saberia ele o que estava por vir. E se o Branson de hoje pudesse conversar com o Branson daquela época, teria menos medo ainda.

Tanto ele quanto as pessoas que não acreditavam no seu potencial estavam errados. Empreendedor nato desde cedo, lançou a revista “Student” ainda na adolescência, e ganhou destaque entre os jovens do Reino Unido. E foi com apenas 20 anos que teve a ideia de vender discos por encomenda. Depois disso não demorou muito para criar a Virgin Records e ganhar o mundo.

Hoje, sua fortuna foi estimada pela revista Forbes em 5 bilhões de dólares, espalhados em diversos tipos de negócios. Ele criou empresas como a companhia aérea Virgin Atlantic e a Virgin galactic que vende voos ao espaço. Sem contar cruzeiros, trens e e telefonia móvel.

Para os jovens empreendedores ele deixa uma frase de estímulo:

“Se você der uma chance a algo e não funcionar, você certamente não falhou, mas aprendeu algo.”

 

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