Como fazer com que seus clientes queiram seu produto AGORA.

Siga a segunda regra do marketing direto para ter respostas imediatas do seu público alvo.

O receio e a procrastinação estão entre os comportamentos humanos mais comuns. Você mesmo já deve ter pego um catálogo (ou visto um site), olhado todos os produtos, marcado os que pretendia comprar, porém nunca ter feito uma compra.
E isso não é exclusivo para apenas um tipo de marketing, acontece em todos os pontos de contato com o cliente.
O cliente pode ter a decisão de compra ao asistir um comercial, mas dpeois deixou pra lá. A compradora gostou do vestido no shopping, prometeu voltar até a loja, mas depois que deu uma volta, almoçou e comprou outros itens só pensa em chegar logo até seu carro. Mais uma vez a compra é deixada para outra oportunidade.

O maior custo em uma comunicação acaba sendo com estes “quase-persuadidos”. Eles entraram na loja, fizeram as perguntas, sentiram o desejo da compra, porém não levaram. Eles entraram em seu site, leram as especificações dos produtos, colocaram no carrinho, mas não fecharam a compra. Eles foram atraídos pelos seus anúncios no Google, mas não deram fim a sua vontade de obter o produto.
Mas como fazer com que o cliente ultrapasse esta linha e faça a compra? Bom, deve haver um motivo maior para isso. Deve haver uma urgência.

Um bom exemplo são os parques da Disney World. Depois do último espetáculo é preciso evacuar rapidamente a área para que comece a limpeza e o reabastecimento para o dia seguinte. Eles fazem isso anunciando os horários dos últimos ônibus e barcos até os hotéis. Também apagam as luzes da parte trazeira dos parques e deixam pessoas snalizando com lanternas nas ruas, além de mudarem a música lenta para uma mais rápida. Assim, criam um clima de urgência no ambiente, sem deixar que cada um siga conforme seu próprio tempo.

O marketing direto usa muito da tática da urgência contextualizada para ter respostas imediatas. Isso pode ser feito limitando o produto, seja por quantidade por cliente, ou número de produtos por casa, ou ainda colocando relógios de contagem regressiva em seus sites e lojas. E se o produto em si não puder ser limitado no fornecimento, algum bônus ou prêmio ligado a ele pode ser.

Cursos oferecem descontos especiais para quem faz a compra antecipada, assentos preferenciais em teatros, oportunidades de passagem nos bastidores em shows, e até mesmo o varejo usa desta tática, abrindo sua loja 5h da manhã e criando a urgência da compra. O “aja agora ou perca para sempre” acaba motivando o cliente para chegar até o fim da compra.

A urgência mais poderosa que existe é a da exclusividade. Um musical na Broadway pode custar até US $ 30.000 por se apresentar como uma experiência única, com apenas uma sessão para selecionados. Da mesma forma você pode criar experiências únicas, ou de alguma forma, que elas pareçam muito limitadas para um público seleto.

Então, como poderia um restaurante local ou um bar esportivo criar uma oferta exclusiva com urgência inerente, apelo de publicidade para a mídia local e empolgação para os clientes?  A receita pode estar em contratar uma celebridade local e criar um dia de atividades em torno de sua presença. Onde apenas 12 clientes pudessem pegar autógrafo e jantar com a celebridade no dia em questão. O número reduzido de pessoas com acesso acaba transformando o evento em uma urgência. Um consultor financeiro, advogado, revendedor de automóveis, poderia usar a mesma premissa.
O evento em si acaba sendo lucrativo, apesar de existir a necessidade de reduzir o número de clientes atendidos no dia. Sua marca fica conhecida por outras pessoas e você acaba criando também novos clientes.
Seja objetivo e crie eventos que sejam grandes oportunidades para seus clientes. Ofertas simples muitas vezes não vão motivá-los.